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O ECA Digital chegou, mas onde estão as crianças e os adolescentes nessa conversa?

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Banner horizontal com fundo azul claro e detalhes em roxo e laranja. No topo, o texto "O ECA Digital chegou. Mas onde estão crianças e adolescentes nessa conversa?". Ao centro, quatro fotos de crianças e adolescentes expressando diferentes emoções. Na base, logotipos do LabGrim, Recria, GT Processos Comunicacionais e Governo Federal.

A Política Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente no Ambiente Digital e o Decreto 12.880/2026 são claros: crianças e adolescentes não são apenas espectadores, eles devem ser ouvidos e exercer participação social naquilo que lhes afeta.

Olha só o que consta como um dos princípios da Política Nacional: “promover a participação de crianças e adolescentes nas ações e nas decisões de promoção e proteção de direitos nos ambientes digitais que lhes digam respeito” (Art. 4º, inciso X do Decreto).

O desafio é possibilitar que crianças e adolescentes assumam o lugar de protagonistas na sua experiência com o ambiente digital. Para isso é necessário:

  •  ⁠possibilitar que falem sobre os conteúdos e aplicativos que consomem;
  • escutar sem julgamentos prévios;
  • entender o que elas consideram confiável para fortalecer seus posicionamentos críticos;
  • construir regras com elas, não só para elas.

A proteção passa, portanto, pela comunicação. Afinal, sem escuta atenta não há proteção eficaz.